Carência: a gonorreia da alma

Se você tem por volta de 30 anos certamente lembra de Tiny Toons, do Perninha, Lilica e cia. Pois bem, se você se lembra dessa turminha, certamente sabe quem é a Felícia. Sempre que ela via um bichinho ela abraçava e apertava e chacoalhava. E o bichinho ficava todo esbugalhado.

A Felícia era detestada, era uma chata, louca, descompensada. Enfim, uma carente. E eu me identifico com ela, também sou carente e acho que todo mundo é carente. Mas a carência é muito mal vista. Ninguém quer parecer carente, todos tentam esconder, parece doença contagiosa com estigma de DST. Carência é a gonorreia da alma.

Pois eu assumo. Sou carente. Quero abraçar e apertar até deixar cães, gatinhos e gatões (leia-se o Dani) com os olhos esbulhados que nem o Valentino Troca-Tapa depois desse date com a Felícia (assista, é demais):

817 caracters com espaço

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Uma resposta para “Carência: a gonorreia da alma

  1. é demais mesmo, o episódio! (juro, vi todo)

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