Arquivo da tag: tipografia

Siga aquela garota

“Siga esta garota enquanto ela segue a trilha de brilho em busca dos melhores letreiros de néon de Nova York”. Dá pra resistir a um convite desses? Dá não, né. Então siga ela aqui, no tumblr Project Neon.

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Colecionador de tipos numa coleção de tipos

James Patrick Gibson coleciona fotos de letrinhas espalhadas por Nova York, eu já falei aqui do blog dele, o New Type York. Daí uma série de microdocumentários sobre figuras em geral fez um filminho sobre ele. É um colecionador de tipos numa coleção de tipos. Eu tentei embedar e não rolou, então veja aqui.

Na mesma série, tem um sobre a turma do AutoTunes: The News, que transforma notícias em música usando muito bom humor, muita tosquice e o programa feito para manter os cantores no tom. Veja aqui o deles.

Esses caras são os responsáveis pela The Bed Intruder Song, hit absoluto:

Caracteres nova-iorquinos

O blog New Type York fica catalogando ‘artefatos tipográficos’ de Nova York. São sinalizações de rua, nomes de prédio, placas de rua. O que for, onde for, para registrar todas as ‘memoráveis e bonitas peças de tipografia’ da cidade. Ainda está no comecinho, mas vale a pena acompanhar e, depois, acho que vai dar para usar o blog como guia de turismo tipográfico.

579 caracteres com espaço

Cota de letrinhas

Eu não faço o tipo exibida não. Mas dias desses ouvi uma que me colocou a pulga atrás da orelha. Foi um diálogo mais ou menos assim:

******

Pessoa 1: – Está difícil escrever esse texto.
Pessoa 2
: – É isso que dá parar o blog.
Pessoa 1
: – É.


Até aí, nada demais. O que está dito aí é: quanto mais você escreve, mais escreve. O que também não é nada demais. Mas eu ando sentindo falta de escrever. Antes eu escrevia bastante, porque esse era meu trabalho. Agora ele mudou. Não que eu ache que o mundo, ou sequer alguém além da minha mãe (e talvez nem ela), sinta falta de meus textos. Mas eu sinto, e azar o seu.

Não é falta dos textos em si, mas de escrever. E como decidi que não quero correr o risco de deixar isso atrofiar, sim, essas coisas atrofiam, resolvi abraçar esse estereótipo contemporâneo da autopublicação. Virei prosumer.

Sempre tive essa teoria besta de cada um tem uma cota de letrinhas por dia para usar. Se você escreve muito e ultrapassa a sua cota, fica sem letrinhas. Se não escreve, fica cheio delas e eu estou bem assim agora. Gorda de caracteres.

E nessa breve apresentação já me livrei de 1.155 caracteres com espaço.

(crédito: essas imagens eu peguei no We Love Typografy)