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Isso, é aqui mesmo

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Só comigo mesmo

E eis que ontem, quase às 2h da manhã, eu chego em casa, bêbada, e dou de cara com uma caixa de cupcakes que a Lu, que mora comigo, trouxe do trabalho.

Devorei um deles e enviei uma mensagem pra um amigo:

“Do you believe in cupcakes?”

E mandei errado, pra um xará dele. Acontece, né? Acontece. Mas precisa acontecer um dia depois de eu escrever ISSO aqui? Só comigo mesmo.

E eu nem gosto de cupcakes…

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O fim da inveja do pênis

E esse nome? Oi Girl. Quando vi, achei que fosse coisa da operadora...

A inveja do pênis desafia pensadores há muito tempo. Mas esse problema acabou. O pênis agora pode ser comprado. Ao menos um pênis que resolve a principal questão que fazia que mulheres sentissem inveja do pênis: mijar de pé.

Por menos de R$ 50 você leva para casa esse lindo funil/pênis de silicone medicinal (é assim que o release descreve o material usado) rosa-pink. E com esse lindo funil/pênis devidamente localizado no lugar certo, você, mulher, pode mijar de pé.

Eu sempre quis mijar de pé, não por nenhuma questão psicanalítica, mas apenas para poder mijar na rua quando não tem sinal de banheiro por perto. Ser mulher e querer fazer um xixi de urgência é grave. Se você estiver de saia, pode ir num cantinho, puxar a calcinha pro lado e mandar bala. Mas o jato é pouco controlado e a chance de você molhar pernas, pés, saia e calcinha são grandes.

O pênis de silicone medicinal rosa-pink está à venda num sex-shop (!?) chamado Loja do Prazer.



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LOL is a three letter word

Eu sei que já postei essa foto aqui, mas ela serve tão bem neste post

Ontem eu li um texto muito bom sobre a proliferação de siglas no inglês. Siglas do tipo OMG (oh my God; ou sua variante boca-suja OMFG, oh my fucking God) ou WTF (what the fuck) ou LOL (laughing out loud). O texto vai fundo na questão e investiga as origens dessa mania, voltando ao governo FDR (Franklin Delano Roosevelt), passeia pela proliferação de desdobramentos dos CEOs (chief-executive officer) e VPs (vice-presidents).

Entre essas gringas, a minha favorita tem sido ROFL (rolling on the floor laughing, ou rolando no chão de rir). E não gosto das mais consolidadas, tipo ASAP (as soon as possible, ou assim que possível) e AKA (also known as, também conhecido como). Ah, e o texto ainda conta que os franceses abraçaram a mania, criando o MDR (mort de rire, morto de rir) e o @+ (à plus, até mais).

Eu sou a favor de siglas, principalmente quando elas viram piada interna. Volta e meia mando um VSF (vai se foder) por e-mail (apenas para os mais chegados, né? Que sabem que isso é amor). E, claro, sou a favor do PQP. Detesto ATT, que deveria vir de atenciosamente mas não funciona direito porque fica faltando um T. E gostava bastante de PT Saudações, mas o PT dos Trabalhadores se sobrepôs ao PT do ponto final e a expressão perdeu a ingenuidade.

Por isso gostaria de propor outras siglas para o nosso português tão rico. Aqui vão as minhas modestas sugestões:

AMS: Ai, meus sais!
AQIP: A quem interessar possa,
QPEE: Que porra é essa?
VNM: Vem ni mim

Conto com vocês para aumentar a lista.

1.501 CCE (Rá!)

Esse mundo é lindamente estranho

Na China, 10 mil pessoas quebraram a recorde mundial de dominó humano.

Dominó humano = ola sentada

No Arizona (EUA), a placa na estrada avisa: “mantenha seus olhos abertos”

E continue respirando também. E, por favor, não reduza os batimentos do seu coração

Na Holanda, essa placa é tão inútil mas tão inútil que quase vira arte. Isso é um moinho. Isso não é um moinho. Por aí vai.

Já em Wisconsin, nos EUA, a inutilidade ganha ares de ditado sábio.

Se a porta não abrir, não entre

Repito: Se a porta não abrir, não entre.

Veja mais placas geniais aqui.

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Padecer no paraíso

O que acontece quando uma pessoa muito inteligente decide ser também erudita, mistura um tanto de acidez na erudição e começa a fazer piada usando um pinto e uma galinha? Veja aqui, n’O Pintinho, mais um filho da mãe brasileira, da brilhante Alê Moraes.

Após a queda, o riso

Tem gente que não consegue segurar a risada diante de trapalhadas alheias, como tombos, tropeções, topadas e afins. Eu sou assim. E quase todo mundo que eu conheço é assim também. Se eu vejo alguém tropeçar e cair, eu vou ajudar, eu sei que esse é o dever dos seres humanos gentis. Mas eu vou ajudar rindo. Não tem muito jeito.

Isso pode ser bom para quem acabou de tomar um estabaco. Porque dá aquela quebrada no gelo. Tira a seriedade do tombo. Todo mundo cai de vez em quando, não há motivo para perder o rebolado por causa da queda.

Nem todo mundo leva isso na boa. Eu já tomei bronca. Uma vez, um menino foi correndo em direção aos pais mas no meio do caminho tinha uma vitrine de loja, pá, ele bateu a cara, pum, ele caiu no chão. Eu ri e os pais vieram me dar uma bronca – em vez de ir socorrer o filho. Pff.

Se o acidente parece sério, é claro que eu não vejo graça nenhuma. Mas se é um capotinho rotineiro, vai, todo mundo sabe que dá vontade de gargalhar. É tão evidente que até hoje o Faustão fica lá apresentando videocassetada.

PS: a foto lá de cima é daqui.

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