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Awe Maria, foi demais, vê só

Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

Ihaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Aiaiaiaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

YO!

Vai! Vai! Vai! Vai! Vai! Vai! Vai! Vai! Vai! Vai! Vai! Vai!

Yeaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah

E a pistinha bombou!

Quer ver mais? O Matias postou tudo lá no Sujo.

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Entre mortos e feridos

Mais uma incrível participação do Thiago Jardim aqui no Caracs. Braceras zuado, ou autorretrato no Paint. Ele é menos forte do que aparece aí, mas essa é a vantagem de autorretrato, néam

Hoje está circulando a edição do Link especial sobre Steve Jobs. Talvez seja o calor da emoção do momento, mas acho que esse é o trabalho que mais gostei de fazer até hoje. Porque acredito no bobo, porque tudo o que quisemos fazer está lá. E porque o que o quisemos fazer não foi pouca coisa.

A gente já sabia, eu e o Matias, qual seria a linha geral dessa edição há algum tempo. A morte de Jobs era esperada. Então meses atrás, combinamos bem baixinho: quando ele morrer, damos a íntegra do discurso de Stanford. É uma afirmação. Um manifesto. Continuem bobos, a gente concorda, a gente faz de tudo para continuar.

Na quarta-feira, quando Jobs morreu, cheguei da redação bem tarde, lavei o rosto, escovei os dentes e fui dormir. Quando deitei, minha barriga roncou. Levantei, fiz comida e sentei para comer.

A gente tinha um problema sério: qualquer veículo brasileiro que publicasse a íntegra do discurso foderia nossa edição. Enquanto eu mastigava mandiocas cozidas com gengibre e cebolinha, me deu o estalo. Fui pra frente do computador e mandei o seguinte e-mail para o Matias.

“Acho que a gente tem de escancarar qualéqueé, e eu faria assim.

Steve Jobs morreu na quarta-feira da semana passada. De lá para cá, tudo o que havia para ser falado ou escrito sobre seu impacto no mundo hoje já foi publicado. É impossível evitar a repetição. Mas o Link não pode deixar de escolher o que quer dizer sobre o cara que moldou parte do mundo que cobrimos todos os dias. Você provavelmente já viu, ouviu ou leu isso. Mas de tudo o que já foi dito sobre Steve Jobs, o que queremos dizer sobre ele é o que ele disse de si mesmo.

Íntegra do discurso e pras bancas.
Statement.
É uma ideia”

Na manhã seguinte, foi a vez dele. “Vamos fazer um pôster.”

A ideia foi para o Thiago Que-Delícia Jardim, nosso amado diagramador. E conversa vai conversa vem, a capa girou, o pôster dobrou de tamanho e deu no que deu (que é o que você pode ver na edição de hoje).

Girar o texto da capa e continuá-lo em direção à contra-capa não é a coisa mais corriqueira, assim, do dia-a-dia da redação. Então era natural que estivéssemos apreensivos em relação ao que nossos chefes achariam. Será que eles iam aprovar aquela maluquice?

Aprovado. Ficamos todos muito pimpões. Nós e a bruxa que estava solta.

Assim que a capa foi aprovada, quando a gente começaria, enfim, a trabalhar pra valer para ela ser finalizada, o Thiago resolveu comemorar com um TigerUppercut e, na volta, pléft. Deu com o cotovelo na mesa.

Não havia tempo a perder, ele voltou para sua estação de trabalho e lá fui eu atrás dele para a gente começar a produção. O cotovelo dele estava uma bola. Eu saí de lá dizendo: cara, se piorar avisa aí que a gente compra um gelol, sei lá.

Piorou, ele foi para o hospital e voltou três horas depois com o braço engessado, um osso fissurado, um nervo esmagado, proibido de trabalhar por uma semana e de tocar bateria por um mês. Dava dó. Bem no dia que a gente virou tudo do avesso (não que ninguém tenha feito isso antes, não estou me gabando disso, mas eu, euzinha, e ele, elezinho, nunca tínhamos feito), ele foi tirado de jogo por uma espécie de auto-carrinho.

Claro que a equipe de Arte abraçou a causa. Cada um pegou um pedaço e todo mundo ajudou e deu tudo certo. Agradecemos a Nossa Senhora do Bom Fechamento pela graça concedida toda semana.

E, bom, depois de uma semana de muitas horas na redação, de muita conversa, muita empolgação e muito trabalho, entre mortos e feridos, todos sobreviveram. Menos o cotovelo do Thiago e, é claro, o objeto da capa.

Taí

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Me and Harry McGee

Foto tirada por Ilan Kow, que, como fotógrafo, é um excelente editor. Tão bom editor que mandou a foto assim: Harry and the McGirls (esse é o McGee, eu no meio e a Camila, vou falar deles no post, calma, lê aí que você vai entender)

Eu finalmente entendi porque tem gente que fica moscando ao redor de famosos. Foi assim: no fim de semana rolou o Paladar Cozinha do Brasil, evento do Paladar, caderno de gastronomia do Estadão, onde eu trabalho, em que chefs mostram achados, discutem técnicas, apontam rumos, descobrem, trocam, enfim, só coisa linda.

E um dos convidados era ninguém menos que Harold McGee, o mito, o gênio (entre as pessoas que curtem o assunto, claro. Em linhas gerais, o cara é um cientista maluco que escreveu um livro que chama On Food and Cooking que é uma enciclopédia-bíblia em que ele derruba mitos tais como ‘selar a carne preserva os sucos’). Acontece que o Harry não fala português. Então eu fui convidada a cuidar dele no domingo, último dia do evento. Nos outros dias ele ficou sob cuidado da Camila, muito mais apta para a tarefa (que vocabulário… ela soube descrever, sem gaguegar, em inglês, aquela parte da polpa do abacate que fica mais perto do caroço. Foi impressionante).

Pois bem, eu fiquei 13 horas na cola do cara. Foram 13 horas mágicas. De conversas maravilhosas, em que eu aprendi mais do que se tivesse passado 13 horas lendo. E bastaram essas 13 horas ao lado do cara para que eu fosse citada em dois blogs! Voilá. Fique meio dia ao lado de uma celebridade e pule várias casas na sua rota em busca da fama (não que eu busque a fama, não é isso. Deu pra entender, né?).

Pois bem, a primeira citação merece um prelúdio só para ela. Eu apareci no blog da Nina Horta. Eu vou repetir, porque ainda não acredito: eu apareci no blog da Nina Horta. De fato, eu conversei com a Nina Horta. Eu sou muito fã da Nina Horta. A primeira receita que eu fiz com a intenção de começar a entender de cozinha pra valer (eu sempre cozinhei por herança) saiu de um livro dela. O primeiro livro sobre comida que eu li foi uma compilação de crônicas dela. E a primeira gafe gastronômica que eu cometi na vida foi com ela (mas isso é assunto pra outro post).

Eu sou realmente fã dela. E olha o que ela escreveu sobre o Harry, a Camila e euzinha-da-silva:

Ao meu lado está o famosíssimo Harold Mc Gee fazendo de conta de que vê dois peixes daquele por dia, lá na remota Inglaterra. Ele recebe um copinho de açaí e vai comendo pelas beiradas, aquele roxo lindo, e depois de muitas caras e bocas resolve que o açaí tem mesmo gosto de weeds. Qual weed, específicamente, senhor? Ele está falando é em grama mesmo, gosto de grama. É a primeira vez que ouço esta definição e não me parece estapafúrdia. É, pois não é? Se tivéssemos nascido perto do açaí ele saberia a um néctar, assim é a vida. Enquanto não nos viciamos nele pedimos Coca light, pelo menos a cor é parecida.

As tradutoras do autor inglês eram excepcionalmente boas. Prestei atenção para ver como traduziriam torresmo de pele de peixe, pitiú, (que é o mau cheiro de peixe), e abiú, (camarãozinho do tamanho daqueles krill que as baleias comem). Peixe reimoso. Ninguém merece, pobres meninas. (O cozinheiro Thiago entrou neste assunto de coisas quentes e frias, conceitos já de Galeno, só isto daria um simpósio inteiro na Inglaterra, são gamados por este assunto.)

Contaram de tudo. Como criam os pirarucus, como o despescam. (Entendem o que digo sobre as tradutoras?)

O que a Nina não contou é que ela, linda num casacão estilosérrimo, com o cabelo preso no cocoruto, parecendo uma diva de cinema europeu com uma simpatia e generosidade de quem cresceu no sítio, me ajudou e muito na hora de traduzir torresminho. Ela disse que chama chitterling em inglês, e escreveu chitterling no papel com uma letra de princesa que nunca fez aulas de caligrafia porque já nasceu com a letra linda. O Harry daí falou que chitterling é mais usado para descrever uma preparação com intestino e não barriga. E eu comentei que chitterling e chinchuline então são a mesma coisa e olha só como parece a palavra. E a gente ficou os três ali pensando nas tripas, nos chitterlings e nos chinchulines.

Foi uma conversa deliciosa, com dois gigantes e euzinha, sortudona, ali no meio. Eu fiquei me beliscando debaixo da mesa pra ver se era verdade aquela conversa deliciosa sobre as delícias feitas de entranhas. Era.

O segundo blog é o da Alexandra Forbes, foodtrotter e colunista da Folha. Tem até foto lá. Que vergonha. Um cineminha do meu papo ao pé do ouvido do papa. Ó só:

You know, I mean, it's kind of like that thing that is more or less like this and that

Minha timidez bateu forte. Não gosto de ficar aparecendo por aí. Gosto que todos apareçam por aqui para ler esses posts sobre nada, mas aparecer, minha cara, meus óculos verde-limão, meu turbante israelense e minha camisa de pois fúcsia… curto não. (Verdade que eu mesma postei a foto que o Ilan tirou. Mas é que, né, abriu a porteira…)

A Alexandra escreveu o seguinte:

Achei a maior graça em ver o grande cientista Harold McGee, idolatrado por tantos chefs americanos, passar quase desapercebido pelas salas e saguões. Ele assistiu às palestras da Helena, do Alex, do Pedro e do Thiago Castanho, sempre com uma intérprete ao lado (que, logicamente, jamais poderia transmitir tudo o que era dito e mostrado).

Apenas uma correção, que ela não teria como saber por não ter passado o dia no pé do cara: ele era parado a cada três minutos, para apertos de mão, fotografias, autógrafos e rasgações de seda. A Heloisa Bacellar, que além de ser minha xará e também uma referência de estilo pra mim, ficou até com os olhinhos meio marejados na conversa com McGee. Eram chefs, alunos, leitores, fãs, convivas. A gente dava cinco passos e lá vinha alguém: Mister McGee (eu sempre rindo por dentro porque ouvia Mister McGoo e pensava no ceguinho), I’m your fan. Um-dois-três-quatro-cinco, lá vinha alguém: Mister McGee (e eu rindo por dentro cantarolando Me and Bobby McGee numa versão Me and Harry McGee, à la Janis Joplin, Lordy Lordy Lordy Lordy Lordy Lordy Lordy Lord Hey, hey, hey, Harry McGee, Lord! e nem ouvia o que diziam pra ele). Era lindo de se ver. Digo, a comoção das pessoas diante ele.

(Breve parêntese pra falar de uma cena linda. O Luiz Horta, meu amigo de truco-vinho-arte e também um ídolo, esses Horta, viu vou te contar, eita família porreta, que eu nem acho que eles são da mesma família, a Nina e o Luiz, mas eles têm o mesmo sobrenome e eu sou fã dos dois então pra mim eles são primos, bom, o Luiz Horta chegou com dois exemplares de On Food and Cooking pra autografar. Um deles era velhão, o livro é de meados da década de 80, e tava cheio de post-it grudado. O McGee pegou os livros e disse: “Eu gosto de ver essas edições antigas. E essa, bem, essa foi bem usada”.)

E eu acho que ele não viu a palestra da Helena, porque a gente tinha combinado de que ia ser cansativo demais. Combinamos um intervalo, inclusive da presença um do outro. Eu jurava que ele tinha ido descansar, mas pode ser que descanso para ele fosse ver a Helena toda linda mostrando beterrabas, mandioquinhas e afins. Eu concordo que isso pode ser descanso, porque eita mulher bonita e inteligente.

Quanto à intérprete ao lado (que, logicamente, jamais poderia transmitir tudo o que era dito e mostrado). Verdade. Não tinha como. Eu até expliquei pra ele o que era peixe reimoso e descrevi o pituí, mas o McGee certamente perdeu muito por ter as palestras filtradas por mim. Eu estou tentando compensar traduzindo trechos d’A História da Alimentação no Brasil e mandando pra ele por e-mail. Mas não é a mesma coisa.

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A busca pela vocação

Foi numa gavetinha assim que essa busca começou

Quando eu era moleca, a professora do pré 2 ou da primeira série, talvez da segunda, algo assim, passou uma redação pra classe cujo tema era “a casa da vó”.

Enquanto todas aquelas criancinhas tontas fizeram redações tontas sobre como era a casa da avó delas, eu fiz uma espécie de peça de teatro que se passava na gaveta da máquina de costura da minha vó (que eu guardo aqui em casa com muito orgulho. Não minha vó, a máquina de costura. Se bem que talvez fosse a máquina da outra vó, mas isso não vem ao caso).

O que acontecia lá dentro? Um elaborado diálogo entre a agulha e o carretel de linha. Eu não lembro se eles chegavam a debater a penetração da linha do carretel no buraco da agulha, mas lembro que eu fiz um desenho na mesma folha. Nada muito diferente do que faço hoje neste blog (texto/imagem). Esse foi um marco. A professora chamou minha mãe na escola e naquele dia elas decidiram que eu escrevia bem (e cá estou eu até hoje pagando o preço dessa decisão).

Uns cinco anos atrás, eu fui fazer uma matéria pro caderno de Turismo da Folha na Califórnia. Era uma matéria de esqui e eu passei uns cinco dias em montanhas geladas da região de Lake Tahoe.

Foi lá que eu quebrei o cóccix. Foi lá também que eu achei que tinha descoberto meu verdadeiro talento. Eu quebrei o cóccix no terceiro dia de montanha gelada. Mas entre o primeiro e o terceiro dias eu achava que tinha nascido para ser snowboarder.

O sonho terminou rápido, porque eu não pude mais esquiar com o cóccix quebrado. E desde que voltei de lá, nunca mais retornei às montanhas geladas para tirar a prova e mostrar ao mundo que nasci para deslizar pela neve.

Foram trinta anos buscando o meu verdadeiro talento. Escondido na gaveta da máquina de costura, desviado por uma curva mal-feita numa montanha das Rochosas. Demorou, mas eu achei: meu maior talento nesta vida é fazer lasanha.

Sério. Não há nada que eu faça, em qualquer posição, segundo qualquer padrão moral ou imoral, que cause tantos hmmmmms ou nhaaaams quanto a minha lasanha. Ela é mítica, é única, é equilibrada e é cheia de regras.

Como eu não consigo guardar segredo (a não ser que me ameacem fisicamente), vou dividir aqui as minhas regras e rituais para a execução daquela que é a lasanha mais elogiada que eu já vi na vida.

1. A minha lasanha não leva presunto.

Essa é a única regra.

O ritual:

1. O molho é preparado de véspera.

E pronto.

A receita é simples: molho bolonhesa, massa, queijo, molho, massa, queijo, molho, massa queijo, molho, molho branco, queijo ralado. Forno, gratina e serve e hmmmmmm.

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Venha para o mundo de namoro

Suspiro...

Faz alguns meses eu me mudei para um mundo mágico. Um lugar que eu já descrevi aqui como rubicundo. É um mundo de pinguim feliz. De impulsos irresistíveis. De tanta vontade que o desejo vira um verbo conjugável. E o braço só serve pra fazer laço.

Todo mundo pode viver nesse mundo mágico. Mas não é que você chega e pede pra entrar. É ele que entra em você, normalmente sem pedir antes. Quase sempre sem dar aviso. E daí é só se deixar levar-levinho.

Aqui neste mundo tudo é mais gostoso. O idioma oficial é o cafuné. E as pessoas falam pouco, porque quase sempre estão com a boca ocupada em demorados beijos. Ao chegar, você é rebatizado. E temos muitos xarás por aqui. É que quem rebatiza é quem trouxe você pra cá, e essas pessoas têm predileção por nomes como xuxu, linda, gata, amor e por aí vai, porque aqui ninguém tem medo de ridículo e os apelidos-amorecos são liberados.

Mas ao mesmo tempo em que é rebatizado, você rebatiza a pessoa que trouxe você. Nessa hora dá uma certa confusão, você fica um pouco sem saber se foi ela que trouxe você ou você que trouxe ela. Mas é fácil entender isso aí. É só olhar pra entrada: aqui todo mundo entra de dupla e pisa nesse território mágico no exato mesmo segundo, aquele segundo inesquecível, em que a mágica acontece. Aquele segundo que você sempre relembra quando vai contar pra alguém como foi que a gente se conheceu. (Nesse caso, por incrível que pareça, esse aqui.)

Não tem quem-trouxe-quem. Então é só aproveitar que o cheiro é doce, o chão é fofo e o ar é macio. Aqui, há um fenômemo atmosférico muito particular: a força da gravidade, nessas bandas, incide apenas sobre o corpo só. Quando dois corpos de juntam, em um abraço, ela para de agir e a gente flutua. E quando vai acabando o abraço, a gente vai voltando devagarinho até o pé encostar no chão fofo de novo, plift, sem tranco, nem solavanco.

Tem uns outros fenômenos bem particulares daqui.

Aqui todo mundo é bonito, porque aqui você tem a cara que a pessoa que chegou com você aqui vê. E a pessoa que chegou aqui com você acha você lindo.

O tempo aqui é elástico e funciona assim: quando você está com ele, passa voando. Quando está longe dele, passa devagar sofrido e todo mundo só quer mesmo é saber de voltar pra perto de sua dupla e abraçar-apertado que é a pra gravidade sumir de novo e vamos nós lá pro alto.

Aqui ninguém respira, a gente suspira.

O corpo todo muda um pouco. Estamos em território de frios na barriga, arrepios gostosos e corações acelerados. É tudo tão à flor da pele que olhando assim até parece um grande jardim.

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Quinta rodada

Para entender que papo de rodadas é esse, leia aqui.

Fora do tempo regulamentar, mas estava olhando outras coisas e fez plim. Dante Gabriel Rossetti e um gewurztraminer da Alsácia

Ai, esses vinhos alsacianos são tão lindos…

Essa rodada tem double-Horta. Porque eu atravanquei o jogo (fiquei sem jogar uns dias aí). Então essa começa e termina com ele. Mas daí eu joguei:

Um sauvignon blanc despretensioso, desses de tomar no calor, Josef Albers.

Daí olha só o que o Horta falou (até agora eu tô com sorrisão): Você tem muito talento para este negócio, sabia? Este foi daqueles na mosca, perfeito. Prepare-se para 4a, você depois faz ficha de degustaçao com imagens! Que tarefa!

Uau! Iau! Iupi! Eu adorei a ideia! E estou preparando a minha ficha de degustação de imagens. Não tá fácil, mas jájá fica pronto.

A cartada do Horta veio a seguir e foi a última jogada nessa modalidade. Ela vai mudar em seguida. E fechamos essa etapa com chave de ouro, ou melhor, de ardósia:

Richard Long é a mineralidade de pizarra (ardósia) de um Priorato 2 (detalhe). Tô ficando abarrocado, quando começar a colocar pé de página e bibliografia você me leva atrás do estábulo e sacrifica, bang!

O próximo momento desse jogo é mais didático. Aguardem!

Pra ver todas as rodadas, clique aqui.

Dia de São Valentim

Pode sentar, deitar, fica à vontade, ele é todo seu