Geléia geral

Entre os muitos temas que me interessam, está o caso Dreyfus (e cada pedaço da história do anti-semitismo, que eu acho uma das coisas mais surreais do mundo, ao lado de todos os outros ódios congêneres).
Entre os meus escritores favoritos, está Émile Zola. Pode ser o Zola cru de Germinal, pode ser o Zola apaixonado do Paraíso das Damas.
Entre as minhas mais novas obsessões, está o cartum.
E entre os meus mais novos bookmarks está o Blog do Ricardo Lombardi no Estadão, que é o Desculpe a Poeira de endereço novo (pode ser que tenha mudado há tempo, eu bem notei que ele andava sumido, mas só reparei agora), de onde eu tirei esse maravilhoso cartum (da New Yorker).

PS: Não entendeu nada? Tudo bem, vem comigo (que nem todo mundo tem a sorte de ser amigo do Rods): o cartum cita o artigo J’Accuse escrito pelo Zola e publicado na capa do jornal L’Aurore em janeiro de 1898. Nesse texto, Zola exige a revisão do caso Dreyfus. Caso Dreyfus é assim: um oficial francês de origem judaica é acusado (e condenado) de traição em um julgamento todo zoado. Ele era inocente. O erro foi notado, mas todo mundo fingiu que não viu. Quando a história veio à tona, entre outras coisas com o artigo do Zola, a França se dividiu entre dreyfusianos e anti-dreyfusianos.

Et Zoilá.

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