O cheiro do cavalo fedido de Napoleão

Historiadores refizeram o perfume que Napoleão usava

Pense em algumas de suas memórias mais poderosas, e é bem provável que elas tenham um cheiro: o perfume do filtro solar na praia, o cheiro fresco da grama recém-cortada, a trilha floral do perfume da sua mãe. “Os cheiros estão muito ligados à lembrança”, diz o perfumista Christophe Laudamiel.

Mas apesar de sua primazia em nossas vidas, o sentido do olfato é frequentemente ignorado quando nós gravamos nossa história. Tentamos nos conectar com o passado visualmente, olhamos para objetos dispostos em um museu, para fotografias em um documentário, para a caligrafia em um manuscrito. Às vezes, podemos ouvir um discurso antigo. Ou tocar um artefato ancestral e imaginar como era usá-lo. Mas o nosso conhecimento do passado é quase completamente desodorizado.

“É notável para mim que a gente viva num mundo em que temos todos os sentidos para explorá-lo e, no entanto, de alguma forma, nós assumimos que o passado fosse desprovido de cheiros”, diz o historiador sensorial Mark Smith.

Historiador sensorial! Qual era o perfume do Napoleão, de flores que já foram extintas, de uma vila viking. Nada como uma boa matéria sobre um assunto curioso. Leia aqui.

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