Quarta rodada

Para entender que papo de rodadas é esse, leia aqui.

Um rosé da Provence, Degas.

Desde a primeira rodada que eu queria colocar um rosé da Provence. Acho que é por causa da cor. Pensei em Rothko. Mas daí achei que ia ser só a cor mesmo.

Expliquei minha escolha assim: Achei esse meio fácil, tipo rosé, um impressionista. Mas eu poderia ter ido na escolha óbvia de uma paisagem no pôr-do-sol, e achei que era mais legal colocar uma pelada do Degas. Rosé tem a ver com nudez um pouco, não tem?

O Horta curtiu: Haha, estamos indo no caminho da loucura.

E não ficou só nisso, porque ele emendou: Próxima degusta deve ser na semana que vem, se meu nariz desentupir da gripe sinusital.

Então eu fiz um pedido formal: Sr. Nariz do Horta, favor sarar logo. Grata, Heloisa.

Daí foi a vez do Horta:

Beuys e um Chablis.

Que elegância, viu. Beuys com vinho. Esse Horta, viu. Ele é foda.

E tudo indica que ainda nesta semana, se o Dr. Nariz do Horta ajudar, eu vou mesmo a uma degustação com ele. E agora eu só consigo pensar nisso!

Pra ver todas as rodadas, clique aqui.

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