O meu oxe

Quando as palavras me faltam, eu solto um oxe. Dito ou escrito. Ele pode ser bom ou ruim, de saco cheio ou admiração.

As pessoas próximas chamam ele de “meu oxe”. “Esse seu oxe…”

E eu comecei a achar que o oxe é meu (sempre quis ser da Bahia para poder cantar Marinheiro Só dizendo a verdade). E fiquei toda pimpona (depois de enquete realizada nas mídias sociais, descobri que o feminino de pimpão é pimpona e não pimpã, embora eu prefira pimpã) quando vi esse cartazinho (lá no Don’t Touch My Moleskine, da Dani Arrais, que, esses dias me deixou toda pimpã, opa, pimpona com um post todo lindo indicando este modesto blog).

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