Após a queda, o riso

Tem gente que não consegue segurar a risada diante de trapalhadas alheias, como tombos, tropeções, topadas e afins. Eu sou assim. E quase todo mundo que eu conheço é assim também. Se eu vejo alguém tropeçar e cair, eu vou ajudar, eu sei que esse é o dever dos seres humanos gentis. Mas eu vou ajudar rindo. Não tem muito jeito.

Isso pode ser bom para quem acabou de tomar um estabaco. Porque dá aquela quebrada no gelo. Tira a seriedade do tombo. Todo mundo cai de vez em quando, não há motivo para perder o rebolado por causa da queda.

Nem todo mundo leva isso na boa. Eu já tomei bronca. Uma vez, um menino foi correndo em direção aos pais mas no meio do caminho tinha uma vitrine de loja, pá, ele bateu a cara, pum, ele caiu no chão. Eu ri e os pais vieram me dar uma bronca – em vez de ir socorrer o filho. Pff.

Se o acidente parece sério, é claro que eu não vejo graça nenhuma. Mas se é um capotinho rotineiro, vai, todo mundo sabe que dá vontade de gargalhar. É tão evidente que até hoje o Faustão fica lá apresentando videocassetada.

PS: a foto lá de cima é daqui.

1.040 caracteres com espaço

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Uma resposta para “Após a queda, o riso

  1. eu sou do tipo que segura a risada… gargalhando por dentro!

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